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O Nissan New March desembarca nas lojas nesta sexta-feira (23). Grande aposta da marca japonesa, o hatch é o primeiro modelo produzido na fábrica da montadora em Resende, no interior do Rio de Janeiro. O visual lhe caiu bem, assim como os ajustes mecânicos, que melhoraram bastante a dirigibilidade do compacto. Mas seu grande trunfo está na relação de custo-benefício. Com preços competitivos, o novo March quer roubar a clientela dos hits Hyundai HB20 e Chevrolet Onix. Quer saber se a novidade é boa para seu bolso? Confira o preços de todas as versões, opcionais, pintura e revisões:


PREÇOS E VERSÕES 

New March 1.0 Conforto - R$ 32.990
Freios ABS, airbag duplo frontal, ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, desembaçador do vidro traseiro com temporizador, banco do motorista com regulagem de altura, rodas de aço aro 14.

New March 1.0 S - R$ 34.990
Acrescenta retrovisores elétricos, travas e vidros elétricos nas quatro portas.

New March 1.0 SV - R$ 36.990
Adiciona aerofólio com brake light e lâmpada de LED, rádio com CD PLayer, entrada auxiliar para MP3/iPOD, conector USB e Bluetooth, volante multifuncional, farol de neblina e rodas de liga leve aro 15.

New March 1.6 S - R$ 37.490
Traz os mesmos itens da versão 1.0 S, mas acrescenta o motor 1.6.

New March 1.6 SV - R$ 39.990
Engloba os equipamentos do 1.0 SV e adiciona o motor 1.6.

New March 1.6 SL - R$ 42.990
Acrescenta ar-condicionado digital, central multimídia com tela touchscreen de 5.8 polegadas e GPS integrado, câmera de ré, rodas de liga-leve aro 16, faróis dianteiros e traseiros com máscara negra.

OPCIONAIS

Aerofólio - R$ 479,90
Friso de porta - R$ 199,90 (para pintar) / R$ 139,90 (pretos)
Sensor de estacionamento - R$ 159,90 (quatro pontos)
Ponteira Cromada - R$ 144,90 (oval ou redonda)
Alarme Volumétrico - R$ 262,00
Tapete de Carpete - R$ 349,90
Alto Falante - R$ 129,90 (par)
Automatizador de Vidros + alarme – R$ 1.122,00
Travas de Estepe - R$ 199,90
Rádio Kenwood com CD Player (com USB frontal, entrada iPhone, MP3, WMA, potência 22Wx4 e moldura exclusiva Nissan) - R$ 499,00
Protetor de Cárter - R$ 149,90
GPS Way Navicity - R$ 322,90 (4.3”) / R$ 409,90 (5”). Ambos com TV integrada
Tapete de Borrada - R$ 89,90

Valores sem mão de obra inclusa

PINTURA

REVISÕES

10.000 km20.000 km30.000 km40.000 km50.000 km60.000 kmTotal1.0 R$ 199 R$ 249 R$ 219 R$ 359 R$ 329 R$ 399 R$ 1.754
1.6 R$ 199 R$ 249 R$ 269 R$ 329 R$ 329 R$ 409 R$ 1.784


A garantia é de três anos.

CESTA DE PEÇAS

Amortecedor - Jogo Dianteiro e Traseiro: R$ 756,00
Retrovisor - R$ 189,00
Farol Dianteiro Direito - R$ 375,00
Lanterna Traseira Esquerda - R$ 209,00
Palheta Limpador Para-Brisa (par) - R$ 78,00
Para-Choque Traseiro - R$ 469,00
Pastilhas De Freio Dianteiro (par/jogo Dianteiro) - R$139,00
Válvula Injetora (bico) - R$ 290,00
Roda Liga 16" - R$ 990,00
Sonda Lambda - R$ 190,00
Pneu R16 - R$ 561,00
Roda Liga 15" - R$ 375,00
Pneu R15 - R$ 351,00

A Peugeot já viveu tempos mais gloriosos no Brasil. Desde 2010, fez vários lançamentos por aqui – a picape Hogar, 3008, RCZ, 508, 408, 208, 308 e 308 CC. Mas, apesar de alguns deles terem bastante prestígio na Europa, nenhum passou nem perto de se tornar sucesso de vendas no país. Seu “best seller” atualmente é o hatch compacto 208 que, com suas 1.815 unidades vendidas em abril, ocupa a 28ª posição no ranking brasileiro. O resultado disso é que a participação da marca francesa decresce a cada ano no mercado nacional. Em 2010, vendeu 90.331 unidades e tinha 2,71% de “share”. No ano passado, emplacou 57.511, ou 1,61% do mercado.

A Peugeot lança no país a linha 2015 do crossover 3008, que chega às lojas em junho com o visual renovado e um pacote recheado de itens de tecnologia. Com preço sugerido de R$ 99.900, o modelo importado da França passa a ser oferecido em uma única versão, a topo de linha Griffe.

As mudanças fizeram muito bem ao crossover, considerado desde seu lançamento no Brasil o patinho feio da marca, apesar de possuir um excelente conjunto mecânico. Os faróis dianteiros espichados não combinavam nada com a frente achatada e a grade quadradona. O excesso de plástico também deixava o visual do crossover pesado. Mas parece que a Peugeot conseguiu deixá-lo bem mais atraente depois do facelift.

O modelo perdeu os apliques em plástico rústico e ganhou uma grade mais curvilínea e harmoniosa. Os faróis, agora mais estreitos e finos, são emoldurados por um filete cromado e as luzes diurnas são de LED. As lanternas traseiras também receberam esse tipo de tecnologia.

Quanto ao conjunto mecânico, tudo igual. Debaixo do capô, permanece o quatro cilindros 1.6 16V turbo com injeção direta, que continua a beber apenas gasolina. O propulsor render 165 cv de potência a 6.000 rpm e 24,5 kgfm de torque, já na faixa dos 1.400 giros. O câmbio é automático de seis marchas.

O modelo continua a ser oferecido com um bom pacote de equipamentos, que inclui seis airbags (frontais, laterais e de cortina), controle eletrônico de estabilidade, sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica, ar-condicionado digital de duas zonas, freio de estacionamento elétrico, sistema multimídia com GPS integrado , head-up display, bancos revestido parcialmente em couro e teto panorâmico.

Ficha técnica

Peugeot 3008 Griffe 1.6 THP

Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, alimentado por turbina de hélice dupla, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Comando duplo de válvulas no cabeçote com sistema de variação de abertura na admissão e escape. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático de seis velocidades à frente e uma a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 165 cv a 6 mil rpm.
Torque máximo: 24,5 kgfm a 1.400 rpm.
Diâmetro e curso: 77,0 mm X 85,8 mm.
Taxa de compressão: 11,0:1.
Suspensão: Dianteira com rodas independentes pseudo McPherson, com barra estabilizadora. Traseira com rodas independentes, barra de dois braços deformável e barra estabilizadora.
Freios: A discos ventilados na frente e discos sólidos atrás. Com ABS e EBD.
Carroceria: Crossover médio em monobloco, de quatro portas e cinco lugares, com 4,36 metros de comprimento, 1,83 m de largura, 1,63 m de altura e 2,61 m de entre-eixos. Airbags frontais, laterais e do tipo cortina.
Peso: 1.459 kg em ordem de marcha.
Capacidade do porta-malas: 432 litros; 1.008 litros com o banco rebatido.
Tanque de combustível: 60 litros.
Produção: Sochaux, França.
Lançamento mundial: 2009.
Lançamento desse facelift na Europa: 2013.
Lançamento no Brasil: 2010.
Lançamento desse facelift no Brasil: 2014.
Preço: R$ 99.990.


Nissan revelou oficialmente o Pulsar, hatch médio de quatro portas que vai encarar dois "pesos pesados" na Europa: Volkswagen Golf e Ford Focus. O modelo será produzido na fábrica da marca japonesa em Barcelona, na Espanha.

O início das vendas na Europa está previsto para setembro e tem como objetivo abrir o leque de modelos oferecidos pela Nissan no continente.

A princípio, o Pulsar contará com duas opções de motor, 1.2 de 115 cv e 1.5 de 110 cv. Há previsão de lançamento, para o início de 2015, de um propulsor 1.6 de 190 cv. O hatch também será lançado com dois tipos de transmissão: manual e automática XTronic. O número de marchas não foi divulgado.

Entre os sistemas de segurança há o Forward Emergency Braking (frenagem de emergência em caso de obstáculos), Moving Object Detection (que auxilia o motorista em manobras), Lane Departure Warning (que avisa em caso de desvio de rota) e Blind Spot Warning (auxílio em ocorrência de pontos cegos). A tabela de preços da linha Pulsar será revelada nos próximos meses.


Na semana em que se comemoraram os 56 anos de criação da marca e o aniversário de seu criador, Francisco Xavier Bultó Marqués, a espanhola Bultaco anunciou o retorno de suas atividades.

Para celebrar a volta, a montadora de motocicletas irá lançar, inicialmente, dois modelos elétricos que serão produzidos na fábrica de Barcelona. Somente para essa primeira etapa, serão gerados cerca de 150 empregos diretos e indiretos.

A Rapitán e a Rapitán Sport têm previsão de lançamento ainda para 2014 e serão produzidas, no total, cerca de duas mil unidades. A marca também informou que pretende lançar um modelo híbrido a longo prazo e gerar mais de 500 postos de trabalho.


Modelo de entrada da Audi no Brasil, o A1 ganhou uma série limitada mais acessível. O A1 Kult já está nas concessionárias da marca, por R$ 79.900, ou R$ 11.800 a menos do que os R$ 91.700 do A1 Attraction, versão mais barata do compacto até então.

Limitada a 100 unidades, o A1 Kult perde alguns itens em relação ao Attraction. O volante, por exemplo, deixa de ser multifuncional, as rodas são de aro 15, contra 16 do Attraction, e o sistema multimídia dá lugar a um rádio comum, com entradas auxiliares e leitor de Mp3, sem Bluetooth. Mesmo com a perda de equipamentos, a oferta, de série, ainda é generosa. Há airbags frontais, laterais e de cortina para motorista e passageiro, controle de estabilidade, faróis bixenônio com ajuste de altura e luzes diurnas de leds.

Há dois pacotes de opcionais. O Conforto inclui apoio de braço dianteiro, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro e faróis de neblina. Já o Conforto e Tecnologia também inclui ar condicionado automático, sistema multimídia Audi Music Surface, Bluetooth, sensores crepuscular e de chuva, volante multifuncional com aletas para mudança de marcha e retrovisor eletrocrômico.

O que não muda em relação ao Attraction é o conjunto mecânico. O motor 1.4 de 122 cavalos vem junto com uma transmissão automatizada de dupla embreagem de sete marchas que, segundo a Audi, alcança os 203 km/h de máxima e chega aos 100 km/h, partindo da imobilidade, em 9 segundos.





Configurado sobre a versão Dynamique, o Fluence GT Line é novidade na linha do sedã médio da Renault. Equipado com câmbio CVT X-Tronic, ganhou o mesmo pacote aerodinâmico do Fluence GT. A novidade tem preço inicial de R$ 78.990. Assim sendo, o GT Line recebe spoiler dianteiro integrado ao para-choque, faróis de neblina com moldura cromada, aerofólio na tampa do porta-malas, saias laterais, rodas de liga-leve de 17 polegadas, insígnias especiais da versão, revestimento interno cinza escuro com detalhes cromados e em black piano, sistema “hands-free”, ar-condicionado digital, direção elétrica, entre outros.
. Na cabine, o interior do Fluence GT Line combina tom cinza escura com detalhes cromados e preto brilhante. O modelo é equipado com motor 2.0 16V Hi-Flex de 143 cv (etanol).


Esportivo para todos os gostos - a Renault oferece configurações epsortivas: GT Line com mudanças estéticas, como a versão Sandero GT Line, o GT que além da estética trás também versões com conteúdos mecânicos, como é o caso do Fluence GT com motor turbo de 180 cv, e o RS, que representa o máximo da esportividade, como o Megane RS.


Ferrari F12 berlinetta emplacou sua primeira unidade de 2014 no Brasil, em abril, segundo a Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa). 

Em 2013, quando se iniciaram as importações para o País, o automóvel vendeu sete unidades, contrariando as expectativas da Ferrari de comercializar pelo menos dez exemplares só no ano passado.

O superesportivo, equipado com motor V12 de 740 cv, custa cerca de R$ 2,5 milhões e registrou, de acordo com dados da Secretaria da Fazenda, o valor de IPVA mais caro do Brasil: R$ 101.293.

No geral, a venda de veículos importados no Brasil registrou aumento na comparação entre abril e março (21,8%), mas, levando-se em consideração o mês de abril com relação ao mesmo mês do ano passado, houve queda de 12,1%.

O modelo importado mais vendido de 2014 até o momento é o Kia Sportage, com 3.158 unidades.


A linha 2015 do Peugeot 208 Active Pack passa a contar com a opção de câmbio automático de quatro velocidades. O hatch custa R$ 51.990.

O modelo é equipado com motor 1.6 que rende 122 cv. A troca das marchas pode ser feita nos modos automático ou sequencial (por meio de borboletas no volante).

Além da nova configuração, o 208 conta com outras cinco versões: Active, Active Pack e Allure, com câmbio manual e motor 1.5, e Griffe, com câmbio manual ou automático, e motor 1.6.

Todas as versões do 208 com câmbio automático contam com a opção da troca de marchas sequencial, que pode ser feita na própria alavanca do cãmbio ou por meio de paddle shifters na coluna de direção. No total, agora o hatch da marca francesa passa a contar com seis versão: Active, Active Pack e Allure - todas com motor de 1.5 de potência e câmbio manual de cinco marchas - e Active Pack, Griffe manual e Griffe automática, com motor 1.6 de 122 cv .

Entre os itens de série, ar-condicionado, porta-luvas refrigerado, volante com revestimento de couro e iluminação na cor branca.


A linha 2014 do hatchback híbrido CT 200h da Lexus acaba de chegar ao Brasil com pequenas visuais na grade dianteira, para-choques e luzes diurnas de led. Mas a principal novidade é o lançamento de uma nova versão de entrada, chamada ECO. Com preço sugerido de R$ 134 mil, o hatch é R$ 20 mil mais barato que a versão Luxury, tabelada a R$ 154 mil e vendida no país desde o ano passado.

As difereças entre as versões se resumem a lista de equipamentos de série e ao padrão de acabamento. Em vez dos bancos de couro presentes na versão Luxury, o hatch de entrada traz assentos de veludo sem o sistema de aquecimento. Mas tal qual a versão mais luxuosa, é 200h ECO é equipado com um motor 1.8 VVT-i de 99 cv e um propulsor elétrico de 86 cv, que entregam uma potência de combinada de 136 cv, potência entregue às rodas dianteiras com ajuda do câmbio CVT que simula oito marchas. Ele também conta com a tecnologia dos freios regenerativos, que converte a energia cinética usada nas frenagens em energia elétrica para recarregar a bateria. Graças a esse sistema, não é necessário colocar o carro “na tomada” para abastecê-lo.


Uma coisa não se pode negar. O novo Corolla melhorou muito em relação ao seu predecessor, embora as opções de motores tenham sido mantidas. Mas só o tempo dirá se ele vai recuperar a liderança do segmento. 
Como a fabricante japonesa aposta na versão intermediária, XEi, para capitanear 70% do mix de vendas da novidade, foi ela a selecionada para encarar as configurações equivalentes de seus adversários. Bons de briga, por sinal.


Neste cenário, o Civic (atual primeiro colocado em emplacamentos da categoria) surge na versão LXR 2.0 automática, tabelada a R$ 74.490. Já o Cruze (terceiro mais vendido) entra na briga com a opção LT 1.8 automática, que tem preço sugerido de R$ 75.690. Os dois são mais baratos que o Corolla XEi, cotado a R$ 79.990.

Independentemente da diferença de cifras, o trio apresentou um resultado muito próximo. Do vencedor para o terceiro colocado, a distância foi de apenas quatro pontos. O Cruze levou o bronze e o ouro não ficou com o lançamento. O Civic triunfou por ser mais em conta e mais gostoso de dirigir.
HONDA CIVIC LXR, TOYOTA COROLLA XEI E CHEVROLET CRUZE LT
O motorista já compreende o alto poder de sedução do Honda logo ao assumir o volante de arco pequeno. A empunhadura é precisa e transmite sensação de esportividade. Também contribui para isso o belo quadro de instrumentos, com velocímetro digital mais ao alto, e o desenho do painel com os comandos projetados para o condutor, como se fosse uma cabine de avião.

O Corolla é muito correto na ergonomia e tende a agradar com maior eficácia os “sedanzeiros” conservadores. A aparência de seu painel é mais atraente, assim como o nível de acabamento. Mas a sensação é de que faltou um tempero para torná-lo arrebatador.

No Cruze, o habitáculo também se destaca pela boa dose de qualidade e partes emborrachadas. No entanto, o volante fica devendo aletas para trocas sequenciais de marcha, como ocorre em seus oponentes. Além disso, os porta-objetos são rasos e não dão conta de muitos badulaques.

Em termos de transmissão, a caixa CVT que passou a equipar o Corolla o deixou em pé de igualdade com o câmbio automático de cinco marchas do Civic, que também faz mudanças quase imperceptíveis. No entanto, apenas o Honda fica realmente manual ao selecionar esse modo de condução. Basta acelerar até o corte de giro para notar que o sistema não mudará mesmo de velocidade. No Toyota e no Cruze, esqueça essa condição. A eletrônica toma a vez e sobe ou desce de marcha.
HONDA CIVIC LXR, TOYOTA COROLLA XEI E CHEVROLET CRUZE LT 
De seis marchas, o câmbio do Chevrolet é um pouco menos preciso que o dos outros dois sedãs. As retomadas de velocidade são lentas, como pudemos aferir na pista de testes. Nos ensaios de 60 a 100 km/h, o Cruze gastou 6,9 segundos, ante 5 segundos do Corolla e 5,8 s do Civic.

No quesito motorização, a vantagem é do Corolla com seu velho e conhecido 2.0 flex, que desenvolve 154 cv e bons 20,3 kgfm a partir de 4.800 rpm. O 2.0 bicombustível do Civic, de 155 cv, entrega seu torque máximo na mesma rotação, mas a força é menor: 19,5 kgfm. Em um exemplo prático, a supremacia do Toyota foi de 0,4 s na aceleração de 0 a 100 km/h – 9,5 s ante 9,9 s.

O Cruze surge em terceiro no páreo de desempenho com o propulsor 1.8 flex de 144 cv e 18,9 kgfm, disponíveis aos 3.800 giros. Além de cronometrar 11,2 segundos na aferição de 0 a 100 km/h, o motor não empolgou pelo alto nível de ruído ao se pisar fundo no acelerador.

Mas não pense que o Chevrolet fica atrás dos rivais em todos os aspectos. Ele é o mais vantajoso para o bolso na hora de fechar o seguro. A melhor cotação saiu por R$ 2.794, contra R$ 2.808 e R$ 2.956 cobrados para Civic e Corolla, nesta ordem. O pacote de peças do GM é atrativo, totalizando R$ 2.358 ante os R$ 3.505 do Toyota e os salgados R$ 4.206 do Honda.
HONDA CIVIC LXR, TOYOTA COROLLA XEI E CHEVROLET CRUZE LT 
Outra virtude do Cruze é observada na segurança. Só ele dispõe de controle eletrônico de estabilidade e de tração. O Civic oferece o recurso apenas para sua versão topo de linha e a Toyota simplesmente esnobou o item. O Corolla, no entanto, tem airbag de joelho para o motorista, enquanto o Honda somente traz os frontais e o Chevrolet, frontais e laterais.

Na hora das revisões os menores gastos serão com o Corolla, que cobra R$ 981 na somatória das três primeiras idas à autorizada. No mesmo período, Honda Civic e Chevrolet Cruze vão arrancar R$ 1.013 e R$ 1.240 do seu bolso.

O panorama de equilíbrio entre os três sedãs surge também no comparativo de conforto, mas com uma ligeira vantagem para o Civic, graças à suspensão independente do tipo multilink na traseira, que repassa menos os impactos do solo à cabine e confere maior estabilidade em curvas que a geometria em eixo de torção dos rivais.

No habitáculo, Corolla e Civic oferecem de série bancos de couro – o Cruze disponibiliza o item em um pacote opcional de R$ 2 mil. Em comum, todos têm ar-condicionado digital (sem saída de ventilação para o banco de trás, infelizmente), direção com assistência elétrica e trio elétrico. No Civic, o vacilo é a ausência de retrovisor interno fotocromático, item de série nos concorrentes. Já o Toyota e o Chevrolet pecam por não ter acendimento automático dos faróis.

Tanto o Corolla quanto o Cruze se sobressaem com uma central multimídia de melhor aparência. O Corolla vai além ao disponibilizar tela sensível ao toque, que agrega GPS e TV. No Civic e no GM, o sistema de som com navegador só equipa as caras opções topo de linha.

Espaçosos, os sedãs acomodam bem até cinco ocupantes, sendo quatro adultos e uma criança. Com 2,70 metros de entre-eixos, o Corolla consegue ser o mais generoso com os passageiros, embora os mais altos (com cerca de 1,84 m) fiquem com a cabeça rente ao teto, assim como no Civic. Nesse aspecto, quem leva a melhor é o Cruze.

O volume disponível no porta-malas do trio é satisfatório. São 470 litros no Corolla, 450 l no Cruze e 449 l no Civic. Uma crítica comum aos três é a falta de um simples botão para abertura diretamente na tampa traseira. Só é possível abrir o compartimento por dentro do carro ou pela chave.

No páreo de consumo, quem leva mais estrelas é o Corolla. As médias na cidade e na estrada foram de 7,2 e 11 km/l, respectivamente, contra 6,5 e 9,9 km/l do Cruze e 5,6 e 9,7 km/l do Civic.

Deu para sentir que os três sedãs são mesmo bem equilibrados, não é? Por esse motivo, o fabricante que souber melhor cativar o cliente no preço levará vantagem. Honda e Chevrolet já se deram conta disso e, conforme apuramos em algumas concessionárias de São Paulo, estão vendendo seus modelos com até R$ 5 mil de desconto e com taxas especiais de financiamento, em tentativa clara de desviar a atenção do público para a novidade da Toyota.O Corolla certamente vai cativar muitos consumidores, mas o fato é que o Civic, neste momento, é o melhor custo-benefício.

Vencedor: Honda Civic LXR

Numa briga em que o nível de qualidade dos produtos é muito parecido, o fator financeiro surge como um importante diferencial. Por esse motivo, os R$ 5.500 que separam o Civic do Corolla contribuíram para a vitória do Honda. O fato de ser 0,5 s mais lento que o Toyota na pista, convenhamos, não fará com que o consumidor mude sua decisão de compra. O que interessa nesse segmento é conforto e rodagem prazerosa, algo que o Civic oferece de sobra. Mas é bom deixar claro que o Corolla é mais espaçoso, tem um porta-malas maior e plano de manutenção menos salgado que o vencedor dessa briga. Não fosse o preço e a ausência de alguns requintes básicos para um sedã médio de R$ 80 mil, como acendimento automático dos faróis, o Toyota certamente triunfaria no confronto. Para a Honda, o puxão de orelha vai para ausência de controle de estabilidade e tração no Civic LXR, afinal, a versão topo de linha dispõe do recurso.
HONDA CIVIC LXR E TOYOTA COROLLA XEI


Ele é jovem, mas já está dando muitas alegrias para a Audi. Desde a estreia no Brasil, em janeiro, com motor 1.8 de 180 cv e tabela de R$ 113.700, o A3 Sedan se tornou mais vendido que a versão hatch. Agora, com a chegada da opção 1.4, o médio tende a deslanchar de maneira ainda mais expressiva no índice de emplacamentos. A lógica é fácil de ser assimilada: é um carro gostoso de dirigir, confortável, firme, estável, que anda bem mesmo com o motor menor e passa a ter preço sugerido de R$ 94.800 a R$ 99.900. A partir de 2015, quando começar a ser feito na fábrica de São José dos Pinhais (PR), os valores devem ficar um pouco melhores. Assim, no português bem claro, podemos dizer que o A3 Sedan 1.4 tende a vender pra caramba no Brasil.


Tal como na configuração 1.8, o modelo alemão tem seu “coração” pareado com o câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, que faz trocas no tempo certo e bastante suaves. Em termos de desempenho, obviamente o motorista não tem o mesmo arrojo dos 180 cv, mas os 122 cv e 20,4 kgfm do propulsor 1.4 turbo são suficientes para deixar muita gente para trás em uma saída de semáforo e imprimir bom ritmo durante uma viagem. É preciso, aliás, ficar bem atento para não ultrapassar o limite das rodovias.

A boa desenvoltura do A3 Sedan 1.4 é explicada, entre outras razões, pelo peso do carro, de 1.215 kg, e o baixo giro necessário para se trabalhar com o torque máximo do motor. Ele está disponível a partir de 1.400 rpm, o que, na prática, significa uma leve pisada no pedal do acelerador para fazer o Audi se movimentar com vigor. Na pista de testes, a versão recém-lançada confirmou as boas impressões ao gastar 9,5 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h. O A3 Sedan 1.8, como comparação, fez o trajeto em 7,5 s. Na retomada de 40 a 80 km/h, a diferença entre eles foi mínima: 3,9 s para o motor 1.4 e 3,7 s para o de maior cilindrada. Outra constatação animadora é o baixo nível de consumo de gasolina. Na cidade, a média foi de 11,6 km/l, enquanto na estrada o computador de bordo marcou 16,8 km/l.

Por dentro, o acabamento é de boa qualidade, mas basta uma rápida geral no habitáculo para descobrir como a Audi conseguiu anunciá-lo por menos de R$ 100 mil. Mesmo na versão avaliada, de R$ 99.900, não há ar-condicionado digital, sensor de estacionamento, saída independente de ventilação para o espaço traseiro, tampouco acendimento automático dos faróis e sensor de chuva. O volante é mais simples que o do 1.8, mas a empunhadura agrada. Nesse Audi, é notória também a ausência do ajuste do estilo de pilotagem e suspensão (pode-se apenas selecionar o modo Sport na alavanca do câmbio). Itens como faróis de xenônio, start-stop, airbags laterais e freio de estacionamento elétrico, porém, são de série. Mas o sedã merecia GPS de fábrica. A tela multimídia com o dispositivo acrescenta R$ 9.900 à tabela.
AUDI A3 SEDAN 1.4
#veículos #carros #automóveis 


Seguindo a tendência iniciada com o 320i, a BMW passa equipar o 328i, também com motor turbo bicombustível. Apesar de a montadora ainda não confirmar essa informação, revendas consultadas informaram que vendem o modelo há cerca de duas semanas pelos mesmos preços cobrados anteriormente: R$ 189 mil para a versão GP e R$ 199 mil pela Sport.


Quando oficializar a chegada do 328i Active Flex, a BMW deve confirmar que ele mantém o mesmo desempenho do sedã movido exclusivamente à gasolina: 245 cv de potência e 35,6 kgfm de torque. Mas, fontes ligadas à marca explicam que o motor é capaz de desenvolver até 260 cv quando abastecido somente com etanol. O motor é acoplado a um câmbio automático de oito velocidades com troca de marchas por aletas no volante e a tração é traseira.

As diferenças entre as versões GP e Sport são exclusivamente estéticas. A configuração mais básica conta com rodas de liga leve de aro 17, revestimento em couro, acabamento em alumínio e teto solar elétrico de cristal. Entre as tecnologias oferecidas de série estão ar-condicionado automático digital, sensor de estacionamento, bancos dianteiros elétricos, controle de cruzeiro, sistema start/stop (que desliga o carro em semáforos, por exemplo, para economizar combustível) e regeneração de energia durante frenagens.

O sistema de interatividade é concentrado em uma tela de 8,8 polegadas e conta com entrada USB, rádio, DVD, GPS, acesso à internet e cartão de memória com 20GB para armazenar músicas. A conectividade com celulares é feita por tecnologia Bluetooth e permite acessar emails, tarefas, mensagens SMS e outras funções.

Com relação à versão mais básica, a topo de linha (Sport) ganha rodas de liga leve aro 18, bancos esportivos do tipo concha e revestimento em preto brilhante no contorno dos vidros e na grade dianteira, além de sistema de som mais avançado.

As revendas consultadas possuem poucas unidades no estoque e explicam que as próximas só devem chegar no início de junho porque estão em processo de nacionalização. Os carros em estoque podem ser financiados com 55% de entrada e o restante deve ser quitado em dez parcelas sem juros, ou em 24 meses com taxa de 0,89%. Quem optar por esperar até o mês que vem pode reservar a configuração preferida e adiantar o pagamento com um sinal de R$ 2 mil.

Turbo flex

O motor que equipa o 320i Active Flex foi o primeiro turbo bicombustível a ser vendido no mundo e a tendência é que a tecnologia siga equipando outros modelos da marca no Brasil. Além do 320i e do 328i, fontes ligadas à marca afirmam que os primeiros testes foram feitos com um X1. Previsto para ser produzido nacionalmente, o utilitário compacto também pode receber o motor Active Flex em breve.

Além dele, a fábrica da montadora alemã que está sendo construída em Araquari (SC) deve abrigar a produção do Série 1 e do Série 3. A BMW, no entanto, não confirma quais modelos serão nacionalizados. Os primeiros carros produzidos por lá devem sair da linha de produção em setembro deste ano.
#carros #automoveis #veículos #BMW


O reinado do Fiat Palio Fire como o carro mais barato à venda no Brasil continua, mas o modelo ganhou um "up" na linha 2015. O modelo passa a contar com uma nova versão, Way, que chega às lojas por R$ 27.860. A configuração é velha conhecida dos consumidores e integra também a família Uno.


Vendido apenas na versão quatro portas, o Palio Fire Way apela para uma pegada mais "fora de estrada", com suspensão elevada (15mm em relação às demais versões), novos molas e amortecedores, farois biparábola com máscara negra, molduras nas caixas de roda, calotas e outros detalhes estéticos exclusivos.

Na lista de itens de série figuram itens como airbag duplo frontal e freios ABS (obrigatórios) e relógio digital. Entre os opcionais, há travas e vidros elétricos, ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de liga leve de 14 polegadas, faróis de neblina e rádio com entrada USB.

Confira todos os preços da linha 2015:

Palio Fire 1.0 Flex 2 portas – R$ 24.730 (R$ 500 mais caro desde o lançamento, em janeiro).
Palio Fire 1.0 Flex 4 portas – R$ 26.790 (alta de R$ 530 desde o lançamento).
Palio Fire Way 1.0 Flex 4 portas – R$ 27.860.
FIAT PALIO FIRE WAY 2015 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Avaliamos o novo Fiat Palio Fire Way:

A exemplo do que já acontece com os outros modelos da mesma família, o hatch é bom de dirigir e tem bom conjunto mecânico. O motor 1.0 de 75 cv e 9,9 kgfm a 4.500 rpm é econômico. E o câmbio de manual de cinco marchas, justo.

Por ser 1,5 cm mais alto do que o modelo original, a cabine balança um pouco mais do que o normal, mas não chega a prejudicar a estabilidade em curvas. Na verdade, a suspensão elevada pelos novos amortecedores e molas, em conjunto com os pneus de perfil 165/75 R14, ajudam o Palio Fire Way a transpor melhor obstáculos como valetas e lombadas.

Segundo a Fiat, a versão Way é 17 kg mais pesado do que o Palio Fire tradicional, e mesmo assim se saiu bem rodando pela insólita geografia que a cidade de São Paulo apresenta. Isso se deve ao fato de a montadora ter encurtado a segunda marcha para o carro ganhar força em arrancadas e retomadas. Por outro lado, o veículo teve a quinta alongada para compensar no consumo.
PAINEL DO FIAT PALIO FIRE WAY 2015 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O acabamento interno é modesto e o plástico onipresente, mas não há rebarbas aparentes e o desenho do painel, embora simplório, é bem resolvido. A novidade ali é o quadro de instrumentos que apresenta conta-giros. Os bancos de tecido vêm com a marca Way bordada no encosto e os guarda pós do freio de mão e alavanca do câmbio tentam trazer um ar de requinte com tecido imitando couro. O espaço interno é bom para quatro ocupantes. Mas quem viaja no meio do banco traseiro sofre com o desenho do túnel central que limita o espaço das pernas e também não conta com encosto de cabeça.
INTERIOR DO FIAT PALIO FIRE WAY 2015 (FOTO: DIVULGAÇÃO)


A Chevrolet começou a virar o ano com seu modelo de entrada. Nesta quarta-feira (7), o Celta ganhou linha 2015 e tornou-se R$ 500 mais caro. Agora, o hatch parte de R$ 32.490. Por enquanto, apenas a versão LT de quatro portas e a edição especial Advantage aparecem no configurador da marca. A montadora não lançou a série 2015 oficialmente.

O Celta 5 traz de série ar condicionado, freios ABS, airbag duplo, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, travamento automático das portas a 15 km/h, entre outros. Ele é equipado com motor 1.0 de quatro cilindros com 78 cv potência e 9,6 kgfm de torque. A transmissão é manual de cinco velocidades. O modelo não passou por alterações significativas em relação à linha anterior.


Embora as montadoras estejam anunciando um início de ano pouco promissor para a indústria automobilística no país, o Brasil continua ocupando o posto de quarto maior mercado automotivo do mundo. A informação é do relatório divulgado nesta quarta-feira (7) pela JATO Dynamics do Brasil, consultoria especializada no setor que analisou as vendas mundiais de automóveis no primeiro trimestre deste ano.

Top 5 Países
1º China
2º Estados Unidos
3º Japão
4º Brasil
5º Reino Unido


De acordo com a instituição, o Brasil registrou, de janeiro a março, queda de 1,3% nas vendas em relação ao mesmo período de 2013. Foram 774.380 veículos emplacados no trimestre contra 787.652 unidades vendidas nos três primeiros meses de 2013.

A liderança continua nas mãos da China. O país asiático emplacou pouco mais de 5,1 milhões de veículos no período e registrou alta de 7,8% frente o ano anterior. Estados Unidos e Japão aparecem no segundo e terceiro lugar, respectivamente, com alta de 1,3% e 20,5% nas vendas, na sequencia. O Reino Unido fecha o top 5, com crescimento expressivo de 13,9%. O país deixou a Alemanha para trás, que agora ocupa a sexta posição.

Montadoras

A Toyota encabeça as vendas entre as montadoras. A marca japonesa emplacou 1.477.977 veículos ao redor do planeta. O número representa alta de 1,73% em relação aos três primeiros meses de 2013. A Volkswagen é a segunda maior montadora, com crescimento de 3,43%. A Ford teve uma elevação expressiva de 6,2% e garantiu a terceira posição. A Chevrolet teve queda de 5,9%, mas se firmou na quarta colocação. A Nissan registrou crescimento de 8,6%.


Sergio Marchionne, CEO do Gurpo Fiat Chrysler Automobiles (FCA) divulgou hoje (6) o plano de negócios da companhia para os próximos cinco anos. A apresentação feita para investidores contempla uma grande reestruturação de todas as marcas do grupo. Segundo o executivo, o principal objetivo da empresa até 2018 será triplicar o atual volume de vendas e se tornar uma das maiores montadoras do mundo, ao lado de Toyota e Volkswagen.

Só na América Latina, o companhia estima aumentar 43% de suas vendas, alcançando a meta de 5,8 milhões de veículos. Nesse plano, a Fiat continuará sendo a principal aposta na região, com um incremento de 220 milhões de carros. A Jeep será o segundo carro-chefe, alcançando até 2018 um volume de 180 mil unidades comercializadas.


Substituto do Palio Fire chega em 2015

Nessa investida, a Fiat planeja o lançamento de oito novos carros até 2018 para América-Latina, onde o Brasil representa o mercado mais importante para o grupo. De acordo com o calendário divulgado pela marca italiana, o primeiro a mudar é o Fiat Uno. O modelo,conforme já havíamos antecipado, sofrerá uma reestilização ainda este ano. A ideia, é tornar o modelo mais atrativo visualmente para enfrentar a concorrência pesada do novato Volkswagen up!. A apresentação ficará para o Salão de São Paulo, que começa em outubro.
PLANOS DA FIAT PARA O BRASIL SÃO REVELADOS EM APRESENTAÇÃO 

Para 2015, ano em que a nova fábrica da montadora em Pernambuco começa a operar, estão previstos um novo sub-compacto e uma picape, ambos inéditos. O primeiro será produzido em Betim (MG) e terá a missão de substituir o cansado Palio Fire na briga contra o up! para faturar o segmento de entrada.

No ano subsequente, 2016, a marca lançará um inédito utilitário esportivo médio, que atuará um degrau acima do Ford EcoSport e do Renault Duster. Será do Jeep Renegade a missão de concorrer no segmento da dupla. O Fiat 500X ficaria muito próximo do Jeep, daí o fato dele ser diferenciado do futuro modelo no gráfico de apresentação. Será uma ofensiva tríplice, composta por um utilitário compacto, um médio e um médio premium, esse também da Jeep.

A Fiat também oficializou o lançamento de sua nova picape. Embora seja apresentada como “compacta”, fontes ligadas à marca confirmaram à reportagem que podemos esperar por um modelo com porte mais parrudo, que fará a ponte entre uma picape compacta convencional e uma média. 

Em 2016 também chegam as novas gerações do Punto e do Grand Siena. O Siena mais basicão continuará dividindo espaço nas concessionárias com o irmão mais requintado, mas em uma nova plataforma. A previsão é de que o sedã de entrada da marca ganhe uma nova versão em 2018. 

O ano de 2017 promete trazer um novo frescor ao já disputadíssimo segmento de hatches compactos. Neste ano, a Fiat lançará a nova geração do Palio, que rivalizará novamente com o Volkswagen Gol, cuja nova geração chegará às lojas em 2016.
JEEP RENEGADE (FOTO: NEWSPRESS)

Jeep Renegade lidera produção de utilitários

A Jeep será a segunda maior aposta do grupo FCA na região da América Latina, atrás apenas da Fiat. O crescimento em produção está estimado em 200 mil unidades anuais, de acordo com informações do conglomerado. As concessionárias da especializada em utilitários são uma das maiores preocupações. Até 2018, a marca aumentará em 29% seu número de revendas no continente. Para o Brasil, isso significa um salto de 110 para 250 lojas. O objetivo da marca é atingir 800 unidades vendidas por concessionário no ano, em um total de 200 mil unidades anuais até 2018. De acordo com fontes, as autorizadas da Jeep terão espaço definido, geograficamente dissociado das concessionárias Fiat.

Durante apresentação realizada hoje, o CEO da Jeep Mike Manley afirmou que a marca está pronta para iniciar seu processo de atuação global desde que passou por sua reestruturação, iniciada em 2009. De lá para cá, cinco novos modelos foram lançados e oito reestilizados. A curto prazo, quem capiteneará essa nova estretégia globalizada será o Renegade, lançado este ano, com início da produção nacional em 2015, na fábrica de Goiana (PE). O modelo tem até data para a primeira reestilização, em 2017.

A partir de 2016, a atuação da Jeep ficará mais movimentada. Os modelos Patriot e Compass sairão de linha e serão simultaneamente substituídos por um único SUV médio - que deverá ser fabricado no Brasil, em Pernambuco. No mesmo ano, o Cherokee será renovado. A partir de 2017, um Wrangler completamente modificado chegará ao mercado. Mais tarde, o Grand Cherokee também ganhará uma nova geração. Por último, em 2018, um novo veículo, nomeado Grand Wagoneer, será lançado pela marca.

Assim, a Jeep chegará a seu 75º aniversário, em 2016, com um modelo inédito e a renovação do incônico Cherokee. Até 2018, o portfólio será expandido com o citado novo SUV pequeno, ainda sem nome, e um modelo de três fileiras, o Grand Wagoneer. Isso significa que, de cinco modelos fabricados apenas nos Estados Unidos, a marca passará para seis modelos fabricados em seis países distintos. Por fim, a expansão significa um aumento de quatro plantas em um país para dez plantas em seis países.


Alfa Romeo

Embora não tenha confirmação de venda no Brasil, a marca Alfa Romeo receberá investimentos pesados para se tornar o novo "laboratório" do grupo Fiat Chrysler. Serão aplicados mais de R$ 15,4 bilhões para saltar de 75 mil unidades produzidas no ano passado para 400 mil até 2018. A estratégia da montadora vai ser a de dobrar a oferta de modelos disponíveis, passando de quatro para oito diferentes opções.
CRONOGRAMA DE LANÇAMENTOS DA ALFA ROMEU ATÉ 2018 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Entre eles, devem estar presentes mais dois modelos compactos, dois intermediários (sendo um com lançamento previsto para o final de 2015), um sedã grande, dois utilitários e um modelo que será o topo de linha da marca, acima do atual 4C Spider. A divisão atuará como laboratório de novas tecnologias para as outras empresas do grupo, criando novas tecnologias. Para isso, até 2015 devem ser contratados cerca de 400 novos engenheiros.

Maserati

Os ambiciosos planos da Maserati prevêem triplicar a quantidade de carros vendidos até 2018 com a chegada de quatro novas apostas. Durante a apresentação, os executivos explicaram que a Maserati entrará em uma fase de expansão, prevendo estar presente em todo os segmentos do mercado de luxo. Para isso, uma das apostas que sairão do papel é o aguardado crossover Levante, inspirado no conceito Kubang, que a montadora de luxo mostrou no Salão de Frankfurt de 2011.

Além disso, o conceito de sedã Alfieri, exibido durante o Salão de Genebra deste ano, será produzido em duas versões, sendo um cupê e um conversível. Durante o evento, a montadora já previa produzir o Alfieri a partir de 2016. Também está nas previsões da Maserati a nova geração do atual GranTurismo, mas não foram divulgados mais detalhes sobre esse projeto.

Assim, os 15 mil carros produzidos em 2013 deverão alcançar as 75 mil unidades daqui a quatro anos. Quando o assunto é dinheiro, a montadora prevê passar de R$ 5,25 bilhões para mais de R$ 18 bilhões.


BMW lançou no Brasil, na terça-feira, a moto K 1600 GLT Exclusive 2014. Disponível na cor branca que tem preço sugerido de R$ 124.500.


A montadora informou que os diferenciais do modelo são a partido do motor sem chave e o porte grande que favorece a pilotagem nas estradas e proporciona conforto para o garupa, que conta com um encosto e descansa braços. Além disso, a moto de 360 kg conta com assistente de partida, sistema de aquecimento dos assentos e manopla, sistema de som integrado com tecnologia acústica e computador de bordo

“Com o lançamento da BMW K 1600 GLT Exclusive, a BMW Motorrad tem como objetivo oferecer a experiência definitiva do prazer de viajar sobre duas rodas”, diz Federico Alvarez, diretor da empresa no Brasil.



A K 1600 GLT Exclusive tem propulsor de seis cilindros em linha (1.649 cilindradas), com potência de 160 cavalos a 7.750 rpm. Entre os itens de série, o modelo acompanha farol de Xenon com sistema adaptativo, luz de condução diurna, sistema de pilotagem sem chave, ESA II (sistema de ajuste eletrônico da suspensão), travamento central, controla de tração dinâmico, piloto automático e sistema de áudio com preparação para GPS.


Para ser dono de um Lamborghini Huracán LP 610-4 será preciso pagar caro, até para os padrões europeus, onde o lançamento parte de 169.500 euros. Dá para comprar quase dois BMW M3 sedã, e garantir a diversão. Mas quem paga bem pelo superesportivo italiano acaba levando dois carros para casa. Ou melhor, um para a garagem de casa e outro para a pista.

É lá, em um traçado de competição, que o furacão pode revelar todo seu potencial. O cenário escolhido pela Lamborghini não poderia ser mais adequado: o circuito Ascari, no sul da Espanha, batizado em homenagem ao piloto italiano Alberto Ascari.


A posição de dirigir – nesse caso, pilotar – é bem baixa, próxima ao chão. O motorista/piloto é envolvido pelo cockpit, mas não procure a alavanca de câmbio: além de a Lamborghini ter optado por não oferecer a transmissão manual, o engate das sete marchas com dupla embreagem é feito apenas pelas enormes borboletas atrás do volante.

Usar a ré é um capítulo à parte, uma alavanca no meio do console que deve ser puxada para trás (e manobrar para trás é um capítulo ainda mais especial, por conta da visibilidade limitada).

Mas para a frente é que se acelera um carro desses, equipado com motor V10 5.2 de 610 cavalos de potência e torque de 57 kgfm. Segundo a Lamborghini, o cupê acelera de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos, e chega aos 200 km/h em 9,9 s. Na arrancada, as quatro saídas do escapamento emitem um som grave, o ganho de velocidade não desmente o cronômetro e a direção (eletromecânica) direta e precisa ajuda a domar a fera.

A suspensão multibraços (de alumínio) permite um rolamento mínimo nas curvas (são 13 para a direita e 13 para a esquerda nos 5.425 metros de Ascari). Alterar o comportamento geral de tração, motor, transmissão e controle de estabilidade ficou muito simples no Huracán. Basta acionar as posições Strada, Sport e Corsa em uma tecla na base do volante.

Uma chicane improvisada interrompe a principal reta do circuito. Mas depois de testar forte os freios de carbono-cerâmica, é a oportunidade de acelerar flat, e conferir o conta-giros chegar próximo ao seu limite de 8.250 rpm. Nesse momento o motor grita um som metálico que mexe com os instintos de velocidade, mas a curva chega rápido. Frenagem forte, entrar na curva e confiar na suspensão e na tração nas quatro rodas, que não decepcionam. Embora, no modo Corsa, o carro mostre-se mais naturalmente arisco.

Curioso que, poucas semanas antes, o mesmo circuito de Ascari recebeu a apresentação do McLaren 650S, que comemorou a aceleração de 0 a 200 km/h em 8,4 segundos – com seu motor twin turbo. O Huracán, como bom ciclone, respira apenas ar natural, e conta como inovação com o sistema de injeção direta e indireta. O turbo não está nos projetos imediatos para o carro.

A Lamborghini aposta hoje mais na redução de peso, segundo ela mais favorável do que a de dois concorrentes: Ferrari 458 Italia (2,39 kg/cv) e McLaren MP4-12 (2,41 kg/cv). A ficha técnica do Huracán atesta 1.422 kg, (1.550 kg abastecido). Feitas as contas, cada cavalo no cupê carrega 2,33 kg. Sua velocidade máxima divulgada é de 325 km/h.

Apesar de tanta força, a marca italiana – hoje parte da Audi dentro do grupo Volkswagen – afirma ter desenvolvido um carro mais “amigável” do que o antecessor Gallardo, maior sucesso comercial da história da marca, com mais de 14 mil unidades produzidas em dez anos. “Chocar as pessoas é trabalho para o Aventador”, afirma Stephan Winkelmann, presidente e CEO da Lamborghini. Como se o design agressivo, os faróis de LED (novidade em um superesportivo) e as rodas de 20 polegadas (pneus Pirelli 245/30 na frente e 305/30 atrás) já não fossem suficientemente chocantes.

Para isso a empresa adotou da aeronáutica uma solução tecnológica, segundo ela usada pela primeira vez em um carro de produção em série, a fim de garantir a estabilidade de seu bólido. Em lugar dos habituais sensores, o Huracán apoia a administração de seus sistemas dinâmicos em três giroscópios e três acelerômetros. O recurso, batizado de Piattaforma Inerziale, “sabe” o que está ocorrendo com o carro a todo instante no espaço tridimensional para garantir respostas ainda mais rápidas do que as obtidas até hoje.

Tanta tecnologia naturalmente se reflete também no visual. As linhas futuristas e hexagonais do exterior continuam dentro do carro, das saídas de ar ao desenho dos comandos. Até o limite do estranhamento: sete teclas alinham-se horizontalmente no console em uma configuração de fazer inveja a projetistas de ficção científica.

O volante de base reta vai além de sua função de harmonizar com o estilo de um superesportivo. Reúne vários comandos, incluindo o limpador de para-brisa. O quadro de instrumentos, como tem-se tornado habitual, pode ser personalizado de acordo com as preferências do motorista.

Ainda assim, o LP 610-4 não é um carro para todas as situações, e deve sofrer em localidades com piso ruim. Em Marbella, próximo a Ascari, a 5 km/h o carro raspou mesmo nos baixos e civilizados redutores de velocidade europeus.

Por tudo isso, se comprar um Huracán ainda em 2014 está entre seus planos, considere também a filiação a alguns dos grupos que promovem track days em circuitos de competição. É principalmente nesses locais que será possível extrair toda a fúria que o furacão promete já no nome.

O Huracán será destaque da Lamborghini no Salão do Automóvel. Na verdade, vai rivalizar como uma das maiores atrações da mostra que começa em 30 de outubro. Embora suas vendas estejam confirmadas ainda para este ano, não há preço definido ainda para o mercado brasileiro. Tendo por base o R$ 1,5 milhão da Gallardo, já dá para ir fazendo algumas contas.

Caso sua preferência seja, digamos, mais germânica, aguarde. A estrutura híbrida de alumínio e fibra de carbono do Huracán será base também para a nova geração do Audi R8.





Vida de patrão. Na boa linguagem popular, é isso que o Audi A8 oferece a quem ocupa a posição de motorista. Infelizmente, o rolezinho com a máquina não pôde acontecer lá no meu bairro, na zona leste paulistana, onde o topo de linha certamente não passaria despercebido. Mas o fato é que o modelo se destaca mesmo em meio à incrível frota alemã. Foi ainda na região de Munique, durante um raro momento de congestionamento numa Autobahn, que notei um motorista encarando o A8 com admiração. Ocupando o posto mais alto entre os sedãs da Audi, não é para menos. Talvez fosse pelo estilo, o A8 foi retocado na Europa no ano passado. As mudanças lhe caíram bem e tiraram um pouco da sobriedade. 

Ele pode não ter vindo comigo, porém as passagens do A8 já estão compradas. O Audi desembarca até o terceiro trimestre deste ano. Até pouco tempo, falar no Brasil de um A8 equipado com algo além de um V8 seria impossível. É justamente o uso de um seis cilindros a grande novidade mecânica. Novidade em termos, já que o motor 3.0 V6 TFSI é velho conhecido do A6 e companhia. Está certo, não é exatamente algo que transformará o sedã em alguma coisa acessível, a Audi estima que o carro chegue com valor próximo a R$ 450 mil.

AUDI A8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

A cifra exorbitante seria suficiente para comprar uma casinha no bairro, com direito a troco. Mas se o A8 pode não servir como lar, ao menos daria um belo quarto de um hotel. São 5,14 metros de comprimento e 2,99 m de entre-eixos. É espaço suficiente para viajar e dormir com o mesmo conforto de classe executiva. Com o mesmo entretenimento, inclusive. Ficou entediado? A central multimídia, além de se conectar à internet e possibilitar que o motorista tenha acesso em tempo real às condições de trânsito, o aparelho tem DVD e sonoridade perfeita. Para completar os serviços de “hospitalidade”, o modelo conta com um pequeno refrigerador e uma espécie de mesa para refeições.

Com tanto requinte assim, o A8 seria um sério candidato a vir recheado de mimos desnecessários. Só que ele não apela para uma parafernália de botões que mais atrapalham do que facilitam a experiência. Nesse sentido, bola dentro da Audi, que apela para o minimalismo em qualquer carro.
AUDI A8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

É um V6 que anda como V8. O A8 sabe agradar a chefia e fisga mesmo é por sua resposta nervosa. Afunde um pouco mais o pé direito e o 3.0 ganha fôlego imediatamente. O V6 é capaz de despejar 314 cv de potência, entregues entre 5.200 e 6.500 giros, e bons 44,8 kgfm de torque, entre 2.900 e 4.750 rpm. Com exceção das colunas B, todo modelo é construído com alumínio, garantindo o baixo peso de 1.830 kg.

A combinação faz com que, embalado pelo espertíssimo câmbio tiptronic de oito velocidades, o carro seja capaz de alcançar os 100 km/h em apenas 5,7 segundos, com máxima de 250 km/h, controlada eletronicamente. Eu pude curtir até os 200 km/h. Dia de Autobahn carregada, para nosso azar. Faltou saber como ele roda por aqui, até, quem sabe, conferir em um passeio no meu bairro. Fica o desafio. Estou aguardando ansiosamente meu próximo dia de patroa.
AUDI A8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)


Carro (sedã) topo de linha da marca, o Passat CC, ganhará uma nova versão de entrada com motor 2.0 e preço bem mais em conta que o atual 3.6 de R$ 186.850. O CC "básico" custará R$ 146.990, isto é, R$ 39.860 a menos que o irmão mais potente.

Equipado com o quatro cilindros 2.0 TSI turbo e com injeção direta, o sedã entrega 211 cv a 5.300 rpm e 28,5 kgfm desde os 1.700 giros. São 89 cv a menos que o CC com V6 3.6 de 300 cv. O câmbio permanece o mesmo automático DSG de dupla embreagem e seis velocidades e oferece trocas manuais no câmbio ou por aletas atrás do volante.

Além da diferença de motor e potência, a configuração mais básica trocou a tração integral pela dianteira e passou a oferecer as luzes de LED diurnas, como item opcional. Diferente das saídas de escapamento em ambos os lados da carroceria oferecidos na versão 3.6, a 2.0 terá apenas uma saída dupla do lado esquerdo do carro.

No mais, o carro continua contando com direção com assistência elétrica e suspensão independente nas quatro rodas. Entre os itens de série, estão ar-condicionado de duas zonas, controle de velocidade de cruzeiro, comandos no volante - que é revestido em couro - e central multimídia com tela sensível ao toque e conectividade por Bluetooth.
INTERIOR DO VOLKSWAGEN CC (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Os bancos são revestidos em couro e tem sistema de aquecimento. Além disso, o do motorista é ajustável eletricamente. O CC 2.0 tem rodas de liga-leve de 18 polegadas, assistente de saída em subidas, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, controle eletrônico de estabilidade e seis bolsas de airbag. O cupê de quatro portas ainda pode ser equipado com opcionais como sistema de navegação, câmera de ré e sistema de abertura das portas e do porta-malas sem o uso de chaves.
VOLKSWAGEN CC (FOTO: DIVULGAÇÃO)