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Sabe aquele "amigo" totalmente sem noção? Que vive querendo dar em cima da sua garota ou torcendo para que algo de errado para que ele tenha uma chance de "furar seu olho"? Parece que isso acontece com certa frequência, porém alguns tentam disfarçar, só que outros no entanto... 
Não foi dessa vez!
Quem fala o quer quer...ouve o que não quer. Ta ai bonitão da próxima fica esperto kkkkk

Você já viu várias pessoas reclamando que não gostam de seus respectivos nomes, certo? Parece que este poste vai alegrar muita gente. Se você acha que seu nome é o pior do mundo e vive reclamando que não gosta, vamos lhe dar 15 motivos para você repensar, e que talvez poderia ser pior! Confira a lista dos 15 nomes mais bizarros existentes.... 

15. ISADORA PINTO


14. – AMADO AMOROSO


13. ANTONIO MANSO PACÍFICO DE OLIVEIRA SOSSEGADO


12. ASTEROIDE SILVEIRO


11. ANAIS BEZERRA DE GUSMÃO


10. ABC LOPES


9. AÇAFRÃO FAGUNDES


8. BANDEIRANTE BRASILEIRO PAULISTANO


7. BEMVINDO O DIA DO MEU NASCIMENTO CARDOSO


6. BIZARRO ASSADA


5. CÉU AZUL DO CÉU POENTE


4. DIGNATÁRIO DE ORDEM IMPERIAL DO CRUZEIRO


3. ESSE É UM / AQUELE É OUTRO (esses são gêmeos)


2. JANEIRO FEVEREIRO DE MARÇO ABRIL


1. UM DOIS TRÊS DE OLIVEIRA QUATRO

E ainda não acaba por ai... 

Você acha que é brincadeira? Confira alguns nomes na própria ID...




kkkkkk, E você, já viu algum nome um tanto bizarro como esses? Escreva nos comentários....

A zuera no "ZapZap" é eterna... 
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A linha 2015 do Peugeot 208 Active Pack passa a contar com a opção de câmbio automático de quatro velocidades. O hatch custa R$ 51.990.

O modelo é equipado com motor 1.6 que rende 122 cv. A troca das marchas pode ser feita nos modos automático ou sequencial (por meio de borboletas no volante).

Além da nova configuração, o 208 conta com outras cinco versões: Active, Active Pack e Allure, com câmbio manual e motor 1.5, e Griffe, com câmbio manual ou automático, e motor 1.6.

Todas as versões do 208 com câmbio automático contam com a opção da troca de marchas sequencial, que pode ser feita na própria alavanca do cãmbio ou por meio de paddle shifters na coluna de direção. No total, agora o hatch da marca francesa passa a contar com seis versão: Active, Active Pack e Allure - todas com motor de 1.5 de potência e câmbio manual de cinco marchas - e Active Pack, Griffe manual e Griffe automática, com motor 1.6 de 122 cv .

Entre os itens de série, ar-condicionado, porta-luvas refrigerado, volante com revestimento de couro e iluminação na cor branca.


Uma coisa não se pode negar. O novo Corolla melhorou muito em relação ao seu predecessor, embora as opções de motores tenham sido mantidas. Mas só o tempo dirá se ele vai recuperar a liderança do segmento. 
Como a fabricante japonesa aposta na versão intermediária, XEi, para capitanear 70% do mix de vendas da novidade, foi ela a selecionada para encarar as configurações equivalentes de seus adversários. Bons de briga, por sinal.


Neste cenário, o Civic (atual primeiro colocado em emplacamentos da categoria) surge na versão LXR 2.0 automática, tabelada a R$ 74.490. Já o Cruze (terceiro mais vendido) entra na briga com a opção LT 1.8 automática, que tem preço sugerido de R$ 75.690. Os dois são mais baratos que o Corolla XEi, cotado a R$ 79.990.

Independentemente da diferença de cifras, o trio apresentou um resultado muito próximo. Do vencedor para o terceiro colocado, a distância foi de apenas quatro pontos. O Cruze levou o bronze e o ouro não ficou com o lançamento. O Civic triunfou por ser mais em conta e mais gostoso de dirigir.
HONDA CIVIC LXR, TOYOTA COROLLA XEI E CHEVROLET CRUZE LT
O motorista já compreende o alto poder de sedução do Honda logo ao assumir o volante de arco pequeno. A empunhadura é precisa e transmite sensação de esportividade. Também contribui para isso o belo quadro de instrumentos, com velocímetro digital mais ao alto, e o desenho do painel com os comandos projetados para o condutor, como se fosse uma cabine de avião.

O Corolla é muito correto na ergonomia e tende a agradar com maior eficácia os “sedanzeiros” conservadores. A aparência de seu painel é mais atraente, assim como o nível de acabamento. Mas a sensação é de que faltou um tempero para torná-lo arrebatador.

No Cruze, o habitáculo também se destaca pela boa dose de qualidade e partes emborrachadas. No entanto, o volante fica devendo aletas para trocas sequenciais de marcha, como ocorre em seus oponentes. Além disso, os porta-objetos são rasos e não dão conta de muitos badulaques.

Em termos de transmissão, a caixa CVT que passou a equipar o Corolla o deixou em pé de igualdade com o câmbio automático de cinco marchas do Civic, que também faz mudanças quase imperceptíveis. No entanto, apenas o Honda fica realmente manual ao selecionar esse modo de condução. Basta acelerar até o corte de giro para notar que o sistema não mudará mesmo de velocidade. No Toyota e no Cruze, esqueça essa condição. A eletrônica toma a vez e sobe ou desce de marcha.
HONDA CIVIC LXR, TOYOTA COROLLA XEI E CHEVROLET CRUZE LT 
De seis marchas, o câmbio do Chevrolet é um pouco menos preciso que o dos outros dois sedãs. As retomadas de velocidade são lentas, como pudemos aferir na pista de testes. Nos ensaios de 60 a 100 km/h, o Cruze gastou 6,9 segundos, ante 5 segundos do Corolla e 5,8 s do Civic.

No quesito motorização, a vantagem é do Corolla com seu velho e conhecido 2.0 flex, que desenvolve 154 cv e bons 20,3 kgfm a partir de 4.800 rpm. O 2.0 bicombustível do Civic, de 155 cv, entrega seu torque máximo na mesma rotação, mas a força é menor: 19,5 kgfm. Em um exemplo prático, a supremacia do Toyota foi de 0,4 s na aceleração de 0 a 100 km/h – 9,5 s ante 9,9 s.

O Cruze surge em terceiro no páreo de desempenho com o propulsor 1.8 flex de 144 cv e 18,9 kgfm, disponíveis aos 3.800 giros. Além de cronometrar 11,2 segundos na aferição de 0 a 100 km/h, o motor não empolgou pelo alto nível de ruído ao se pisar fundo no acelerador.

Mas não pense que o Chevrolet fica atrás dos rivais em todos os aspectos. Ele é o mais vantajoso para o bolso na hora de fechar o seguro. A melhor cotação saiu por R$ 2.794, contra R$ 2.808 e R$ 2.956 cobrados para Civic e Corolla, nesta ordem. O pacote de peças do GM é atrativo, totalizando R$ 2.358 ante os R$ 3.505 do Toyota e os salgados R$ 4.206 do Honda.
HONDA CIVIC LXR, TOYOTA COROLLA XEI E CHEVROLET CRUZE LT 
Outra virtude do Cruze é observada na segurança. Só ele dispõe de controle eletrônico de estabilidade e de tração. O Civic oferece o recurso apenas para sua versão topo de linha e a Toyota simplesmente esnobou o item. O Corolla, no entanto, tem airbag de joelho para o motorista, enquanto o Honda somente traz os frontais e o Chevrolet, frontais e laterais.

Na hora das revisões os menores gastos serão com o Corolla, que cobra R$ 981 na somatória das três primeiras idas à autorizada. No mesmo período, Honda Civic e Chevrolet Cruze vão arrancar R$ 1.013 e R$ 1.240 do seu bolso.

O panorama de equilíbrio entre os três sedãs surge também no comparativo de conforto, mas com uma ligeira vantagem para o Civic, graças à suspensão independente do tipo multilink na traseira, que repassa menos os impactos do solo à cabine e confere maior estabilidade em curvas que a geometria em eixo de torção dos rivais.

No habitáculo, Corolla e Civic oferecem de série bancos de couro – o Cruze disponibiliza o item em um pacote opcional de R$ 2 mil. Em comum, todos têm ar-condicionado digital (sem saída de ventilação para o banco de trás, infelizmente), direção com assistência elétrica e trio elétrico. No Civic, o vacilo é a ausência de retrovisor interno fotocromático, item de série nos concorrentes. Já o Toyota e o Chevrolet pecam por não ter acendimento automático dos faróis.

Tanto o Corolla quanto o Cruze se sobressaem com uma central multimídia de melhor aparência. O Corolla vai além ao disponibilizar tela sensível ao toque, que agrega GPS e TV. No Civic e no GM, o sistema de som com navegador só equipa as caras opções topo de linha.

Espaçosos, os sedãs acomodam bem até cinco ocupantes, sendo quatro adultos e uma criança. Com 2,70 metros de entre-eixos, o Corolla consegue ser o mais generoso com os passageiros, embora os mais altos (com cerca de 1,84 m) fiquem com a cabeça rente ao teto, assim como no Civic. Nesse aspecto, quem leva a melhor é o Cruze.

O volume disponível no porta-malas do trio é satisfatório. São 470 litros no Corolla, 450 l no Cruze e 449 l no Civic. Uma crítica comum aos três é a falta de um simples botão para abertura diretamente na tampa traseira. Só é possível abrir o compartimento por dentro do carro ou pela chave.

No páreo de consumo, quem leva mais estrelas é o Corolla. As médias na cidade e na estrada foram de 7,2 e 11 km/l, respectivamente, contra 6,5 e 9,9 km/l do Cruze e 5,6 e 9,7 km/l do Civic.

Deu para sentir que os três sedãs são mesmo bem equilibrados, não é? Por esse motivo, o fabricante que souber melhor cativar o cliente no preço levará vantagem. Honda e Chevrolet já se deram conta disso e, conforme apuramos em algumas concessionárias de São Paulo, estão vendendo seus modelos com até R$ 5 mil de desconto e com taxas especiais de financiamento, em tentativa clara de desviar a atenção do público para a novidade da Toyota.O Corolla certamente vai cativar muitos consumidores, mas o fato é que o Civic, neste momento, é o melhor custo-benefício.

Vencedor: Honda Civic LXR

Numa briga em que o nível de qualidade dos produtos é muito parecido, o fator financeiro surge como um importante diferencial. Por esse motivo, os R$ 5.500 que separam o Civic do Corolla contribuíram para a vitória do Honda. O fato de ser 0,5 s mais lento que o Toyota na pista, convenhamos, não fará com que o consumidor mude sua decisão de compra. O que interessa nesse segmento é conforto e rodagem prazerosa, algo que o Civic oferece de sobra. Mas é bom deixar claro que o Corolla é mais espaçoso, tem um porta-malas maior e plano de manutenção menos salgado que o vencedor dessa briga. Não fosse o preço e a ausência de alguns requintes básicos para um sedã médio de R$ 80 mil, como acendimento automático dos faróis, o Toyota certamente triunfaria no confronto. Para a Honda, o puxão de orelha vai para ausência de controle de estabilidade e tração no Civic LXR, afinal, a versão topo de linha dispõe do recurso.
HONDA CIVIC LXR E TOYOTA COROLLA XEI


Ele é jovem, mas já está dando muitas alegrias para a Audi. Desde a estreia no Brasil, em janeiro, com motor 1.8 de 180 cv e tabela de R$ 113.700, o A3 Sedan se tornou mais vendido que a versão hatch. Agora, com a chegada da opção 1.4, o médio tende a deslanchar de maneira ainda mais expressiva no índice de emplacamentos. A lógica é fácil de ser assimilada: é um carro gostoso de dirigir, confortável, firme, estável, que anda bem mesmo com o motor menor e passa a ter preço sugerido de R$ 94.800 a R$ 99.900. A partir de 2015, quando começar a ser feito na fábrica de São José dos Pinhais (PR), os valores devem ficar um pouco melhores. Assim, no português bem claro, podemos dizer que o A3 Sedan 1.4 tende a vender pra caramba no Brasil.


Tal como na configuração 1.8, o modelo alemão tem seu “coração” pareado com o câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, que faz trocas no tempo certo e bastante suaves. Em termos de desempenho, obviamente o motorista não tem o mesmo arrojo dos 180 cv, mas os 122 cv e 20,4 kgfm do propulsor 1.4 turbo são suficientes para deixar muita gente para trás em uma saída de semáforo e imprimir bom ritmo durante uma viagem. É preciso, aliás, ficar bem atento para não ultrapassar o limite das rodovias.

A boa desenvoltura do A3 Sedan 1.4 é explicada, entre outras razões, pelo peso do carro, de 1.215 kg, e o baixo giro necessário para se trabalhar com o torque máximo do motor. Ele está disponível a partir de 1.400 rpm, o que, na prática, significa uma leve pisada no pedal do acelerador para fazer o Audi se movimentar com vigor. Na pista de testes, a versão recém-lançada confirmou as boas impressões ao gastar 9,5 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h. O A3 Sedan 1.8, como comparação, fez o trajeto em 7,5 s. Na retomada de 40 a 80 km/h, a diferença entre eles foi mínima: 3,9 s para o motor 1.4 e 3,7 s para o de maior cilindrada. Outra constatação animadora é o baixo nível de consumo de gasolina. Na cidade, a média foi de 11,6 km/l, enquanto na estrada o computador de bordo marcou 16,8 km/l.

Por dentro, o acabamento é de boa qualidade, mas basta uma rápida geral no habitáculo para descobrir como a Audi conseguiu anunciá-lo por menos de R$ 100 mil. Mesmo na versão avaliada, de R$ 99.900, não há ar-condicionado digital, sensor de estacionamento, saída independente de ventilação para o espaço traseiro, tampouco acendimento automático dos faróis e sensor de chuva. O volante é mais simples que o do 1.8, mas a empunhadura agrada. Nesse Audi, é notória também a ausência do ajuste do estilo de pilotagem e suspensão (pode-se apenas selecionar o modo Sport na alavanca do câmbio). Itens como faróis de xenônio, start-stop, airbags laterais e freio de estacionamento elétrico, porém, são de série. Mas o sedã merecia GPS de fábrica. A tela multimídia com o dispositivo acrescenta R$ 9.900 à tabela.
AUDI A3 SEDAN 1.4
#veículos #carros #automóveis 


O reinado do Fiat Palio Fire como o carro mais barato à venda no Brasil continua, mas o modelo ganhou um "up" na linha 2015. O modelo passa a contar com uma nova versão, Way, que chega às lojas por R$ 27.860. A configuração é velha conhecida dos consumidores e integra também a família Uno.


Vendido apenas na versão quatro portas, o Palio Fire Way apela para uma pegada mais "fora de estrada", com suspensão elevada (15mm em relação às demais versões), novos molas e amortecedores, farois biparábola com máscara negra, molduras nas caixas de roda, calotas e outros detalhes estéticos exclusivos.

Na lista de itens de série figuram itens como airbag duplo frontal e freios ABS (obrigatórios) e relógio digital. Entre os opcionais, há travas e vidros elétricos, ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de liga leve de 14 polegadas, faróis de neblina e rádio com entrada USB.

Confira todos os preços da linha 2015:

Palio Fire 1.0 Flex 2 portas – R$ 24.730 (R$ 500 mais caro desde o lançamento, em janeiro).
Palio Fire 1.0 Flex 4 portas – R$ 26.790 (alta de R$ 530 desde o lançamento).
Palio Fire Way 1.0 Flex 4 portas – R$ 27.860.
FIAT PALIO FIRE WAY 2015 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Avaliamos o novo Fiat Palio Fire Way:

A exemplo do que já acontece com os outros modelos da mesma família, o hatch é bom de dirigir e tem bom conjunto mecânico. O motor 1.0 de 75 cv e 9,9 kgfm a 4.500 rpm é econômico. E o câmbio de manual de cinco marchas, justo.

Por ser 1,5 cm mais alto do que o modelo original, a cabine balança um pouco mais do que o normal, mas não chega a prejudicar a estabilidade em curvas. Na verdade, a suspensão elevada pelos novos amortecedores e molas, em conjunto com os pneus de perfil 165/75 R14, ajudam o Palio Fire Way a transpor melhor obstáculos como valetas e lombadas.

Segundo a Fiat, a versão Way é 17 kg mais pesado do que o Palio Fire tradicional, e mesmo assim se saiu bem rodando pela insólita geografia que a cidade de São Paulo apresenta. Isso se deve ao fato de a montadora ter encurtado a segunda marcha para o carro ganhar força em arrancadas e retomadas. Por outro lado, o veículo teve a quinta alongada para compensar no consumo.
PAINEL DO FIAT PALIO FIRE WAY 2015 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O acabamento interno é modesto e o plástico onipresente, mas não há rebarbas aparentes e o desenho do painel, embora simplório, é bem resolvido. A novidade ali é o quadro de instrumentos que apresenta conta-giros. Os bancos de tecido vêm com a marca Way bordada no encosto e os guarda pós do freio de mão e alavanca do câmbio tentam trazer um ar de requinte com tecido imitando couro. O espaço interno é bom para quatro ocupantes. Mas quem viaja no meio do banco traseiro sofre com o desenho do túnel central que limita o espaço das pernas e também não conta com encosto de cabeça.
INTERIOR DO FIAT PALIO FIRE WAY 2015 (FOTO: DIVULGAÇÃO)


A Chevrolet começou a virar o ano com seu modelo de entrada. Nesta quarta-feira (7), o Celta ganhou linha 2015 e tornou-se R$ 500 mais caro. Agora, o hatch parte de R$ 32.490. Por enquanto, apenas a versão LT de quatro portas e a edição especial Advantage aparecem no configurador da marca. A montadora não lançou a série 2015 oficialmente.

O Celta 5 traz de série ar condicionado, freios ABS, airbag duplo, direção hidráulica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, travamento automático das portas a 15 km/h, entre outros. Ele é equipado com motor 1.0 de quatro cilindros com 78 cv potência e 9,6 kgfm de torque. A transmissão é manual de cinco velocidades. O modelo não passou por alterações significativas em relação à linha anterior.


Sergio Marchionne, CEO do Gurpo Fiat Chrysler Automobiles (FCA) divulgou hoje (6) o plano de negócios da companhia para os próximos cinco anos. A apresentação feita para investidores contempla uma grande reestruturação de todas as marcas do grupo. Segundo o executivo, o principal objetivo da empresa até 2018 será triplicar o atual volume de vendas e se tornar uma das maiores montadoras do mundo, ao lado de Toyota e Volkswagen.

Só na América Latina, o companhia estima aumentar 43% de suas vendas, alcançando a meta de 5,8 milhões de veículos. Nesse plano, a Fiat continuará sendo a principal aposta na região, com um incremento de 220 milhões de carros. A Jeep será o segundo carro-chefe, alcançando até 2018 um volume de 180 mil unidades comercializadas.


Substituto do Palio Fire chega em 2015

Nessa investida, a Fiat planeja o lançamento de oito novos carros até 2018 para América-Latina, onde o Brasil representa o mercado mais importante para o grupo. De acordo com o calendário divulgado pela marca italiana, o primeiro a mudar é o Fiat Uno. O modelo,conforme já havíamos antecipado, sofrerá uma reestilização ainda este ano. A ideia, é tornar o modelo mais atrativo visualmente para enfrentar a concorrência pesada do novato Volkswagen up!. A apresentação ficará para o Salão de São Paulo, que começa em outubro.
PLANOS DA FIAT PARA O BRASIL SÃO REVELADOS EM APRESENTAÇÃO 

Para 2015, ano em que a nova fábrica da montadora em Pernambuco começa a operar, estão previstos um novo sub-compacto e uma picape, ambos inéditos. O primeiro será produzido em Betim (MG) e terá a missão de substituir o cansado Palio Fire na briga contra o up! para faturar o segmento de entrada.

No ano subsequente, 2016, a marca lançará um inédito utilitário esportivo médio, que atuará um degrau acima do Ford EcoSport e do Renault Duster. Será do Jeep Renegade a missão de concorrer no segmento da dupla. O Fiat 500X ficaria muito próximo do Jeep, daí o fato dele ser diferenciado do futuro modelo no gráfico de apresentação. Será uma ofensiva tríplice, composta por um utilitário compacto, um médio e um médio premium, esse também da Jeep.

A Fiat também oficializou o lançamento de sua nova picape. Embora seja apresentada como “compacta”, fontes ligadas à marca confirmaram à reportagem que podemos esperar por um modelo com porte mais parrudo, que fará a ponte entre uma picape compacta convencional e uma média. 

Em 2016 também chegam as novas gerações do Punto e do Grand Siena. O Siena mais basicão continuará dividindo espaço nas concessionárias com o irmão mais requintado, mas em uma nova plataforma. A previsão é de que o sedã de entrada da marca ganhe uma nova versão em 2018. 

O ano de 2017 promete trazer um novo frescor ao já disputadíssimo segmento de hatches compactos. Neste ano, a Fiat lançará a nova geração do Palio, que rivalizará novamente com o Volkswagen Gol, cuja nova geração chegará às lojas em 2016.
JEEP RENEGADE (FOTO: NEWSPRESS)

Jeep Renegade lidera produção de utilitários

A Jeep será a segunda maior aposta do grupo FCA na região da América Latina, atrás apenas da Fiat. O crescimento em produção está estimado em 200 mil unidades anuais, de acordo com informações do conglomerado. As concessionárias da especializada em utilitários são uma das maiores preocupações. Até 2018, a marca aumentará em 29% seu número de revendas no continente. Para o Brasil, isso significa um salto de 110 para 250 lojas. O objetivo da marca é atingir 800 unidades vendidas por concessionário no ano, em um total de 200 mil unidades anuais até 2018. De acordo com fontes, as autorizadas da Jeep terão espaço definido, geograficamente dissociado das concessionárias Fiat.

Durante apresentação realizada hoje, o CEO da Jeep Mike Manley afirmou que a marca está pronta para iniciar seu processo de atuação global desde que passou por sua reestruturação, iniciada em 2009. De lá para cá, cinco novos modelos foram lançados e oito reestilizados. A curto prazo, quem capiteneará essa nova estretégia globalizada será o Renegade, lançado este ano, com início da produção nacional em 2015, na fábrica de Goiana (PE). O modelo tem até data para a primeira reestilização, em 2017.

A partir de 2016, a atuação da Jeep ficará mais movimentada. Os modelos Patriot e Compass sairão de linha e serão simultaneamente substituídos por um único SUV médio - que deverá ser fabricado no Brasil, em Pernambuco. No mesmo ano, o Cherokee será renovado. A partir de 2017, um Wrangler completamente modificado chegará ao mercado. Mais tarde, o Grand Cherokee também ganhará uma nova geração. Por último, em 2018, um novo veículo, nomeado Grand Wagoneer, será lançado pela marca.

Assim, a Jeep chegará a seu 75º aniversário, em 2016, com um modelo inédito e a renovação do incônico Cherokee. Até 2018, o portfólio será expandido com o citado novo SUV pequeno, ainda sem nome, e um modelo de três fileiras, o Grand Wagoneer. Isso significa que, de cinco modelos fabricados apenas nos Estados Unidos, a marca passará para seis modelos fabricados em seis países distintos. Por fim, a expansão significa um aumento de quatro plantas em um país para dez plantas em seis países.


Alfa Romeo

Embora não tenha confirmação de venda no Brasil, a marca Alfa Romeo receberá investimentos pesados para se tornar o novo "laboratório" do grupo Fiat Chrysler. Serão aplicados mais de R$ 15,4 bilhões para saltar de 75 mil unidades produzidas no ano passado para 400 mil até 2018. A estratégia da montadora vai ser a de dobrar a oferta de modelos disponíveis, passando de quatro para oito diferentes opções.
CRONOGRAMA DE LANÇAMENTOS DA ALFA ROMEU ATÉ 2018 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Entre eles, devem estar presentes mais dois modelos compactos, dois intermediários (sendo um com lançamento previsto para o final de 2015), um sedã grande, dois utilitários e um modelo que será o topo de linha da marca, acima do atual 4C Spider. A divisão atuará como laboratório de novas tecnologias para as outras empresas do grupo, criando novas tecnologias. Para isso, até 2015 devem ser contratados cerca de 400 novos engenheiros.

Maserati

Os ambiciosos planos da Maserati prevêem triplicar a quantidade de carros vendidos até 2018 com a chegada de quatro novas apostas. Durante a apresentação, os executivos explicaram que a Maserati entrará em uma fase de expansão, prevendo estar presente em todo os segmentos do mercado de luxo. Para isso, uma das apostas que sairão do papel é o aguardado crossover Levante, inspirado no conceito Kubang, que a montadora de luxo mostrou no Salão de Frankfurt de 2011.

Além disso, o conceito de sedã Alfieri, exibido durante o Salão de Genebra deste ano, será produzido em duas versões, sendo um cupê e um conversível. Durante o evento, a montadora já previa produzir o Alfieri a partir de 2016. Também está nas previsões da Maserati a nova geração do atual GranTurismo, mas não foram divulgados mais detalhes sobre esse projeto.

Assim, os 15 mil carros produzidos em 2013 deverão alcançar as 75 mil unidades daqui a quatro anos. Quando o assunto é dinheiro, a montadora prevê passar de R$ 5,25 bilhões para mais de R$ 18 bilhões.
 Kim Kardashian ultimamente vem se envolvendo em várias polêmicas. Após se juntar com o rapper Kanye West, a modelo constantemente aparece como alvo de várias críticas devido suas vestes. Nesta segunda (5) ela compareceu a um evento de gala do MET utilizando um vestido aberto da grife Lanvin e sem perceber, foi clicada em uma posição desfavorável, deixando sua roupa íntima à mostra.
 Confira a imagem: 
A modelo chegou junto do rapper para posar para fotos
Kanye West e Kim Kardashian no MET Gala (Foto: AFP / Agência)

BlackBerry lança seu novo celular, o BlackBerry Z10 é o smartphone top de linha da da marca, que vem com o sistema BlackBerry 10. O aparelho tem tela touch de 4,2 polegadas e resolução de 768 x 1280, a empresa decidiu entrar na onda dos SmarthPhones e lançou o primeiro celular BlackBerry sem teclado físico. Entre as especificações do aparelho estão o processador dual-core de 1,5 GHz e os 2 GB de RAM, além dos 16 GB de armazenamento interno, expansível com cartão microSD. O novo Z10 ainda tem câmera traseira e frontal de 8 e 2 megapixels, respectivamente, e bateria de 1.800 mAh. O BlackBerry Z10 chegou ao Brasil em maio de 2013 pelo preço de R$ 2.499.


O ex-BBB Dhomini, de 42 anos, ficou revoltado com o atendimento de uma loja de construção de Goiânia e quebrou, no meio do comércio, os pisos que tinha comprado. Ele diz que adquiriu um tipo de porcelanato, mas o estabelecimento entregou quatro tipos de cerâmicas diferentes. “Não quiseram trocar e nem me apresentaram solução. Perdi a cabeça, quebrei os pisos, me senti um idiota que pagou à vista e me entregaram outra coisa, me enganaram”, reclama.

A confusão foi filmada por outros clientes e postada em redes sociais. O gerente da loja registrou um boletim de ocorrência contra Dhomini por constrangimento no 1º Distrito Policial de Goiânia. Por meio de nota, a São Jorge Shopping da Construção informou que foi à delegacia com mais quatro testemunhas "para que sejam tomadas todas as medidas cabíveis e necessárias que o fato exige".

O comunicado afirma que Dhomini entrou na loja, se dirigiu imediatamente à sessão destinada aos produtos de ponta de estoque, que podem sofrer variações de tonalidade por serem de lotes diferentes. Ainda de acordo com a nota, os atendentes informaram Dhomini de que aquele tipo de produto, além de ser comercializado com preços diferentes do restante, não poderia ser devolvido ou trocado posteriormente.

A empresa disse ainda que, como a compra foi feita no sábado (3), o cliente ainda poderia acionar os seus direitos nesta segunda-feira (5) sem prejuízos, pois o Procon garante um prazo de sete dias após a negociação para que o consumidor reclame de possíveis problemas no produto.

Veja o Vídeo:

WhatsApp é uma nova tecnologia multi-plataforma de mensagens via celulares smartphones que envia vídeos, mensagens de texto e também conversas de áudio. O WhatsApp se tornou popularmente conhecido devido sua facilidade e praticidade, sendo assim tornando-se um dos maiores aplicativos para smarthphones já existente. Com o seu crescimento a "Zoeira" também não poderia ficar de fora, muitas pessoas e grupos utilizam o aplicativo também para fazer suas  "brincadeirinhas" de leve, no caso abaixo você vera um "FAIL" total. Jovem se declara para a menina mas acaba tendo uma noticia não muito legal, confira:

Lamentável em amigo deixa pra próxima.



Vida de patrão. Na boa linguagem popular, é isso que o Audi A8 oferece a quem ocupa a posição de motorista. Infelizmente, o rolezinho com a máquina não pôde acontecer lá no meu bairro, na zona leste paulistana, onde o topo de linha certamente não passaria despercebido. Mas o fato é que o modelo se destaca mesmo em meio à incrível frota alemã. Foi ainda na região de Munique, durante um raro momento de congestionamento numa Autobahn, que notei um motorista encarando o A8 com admiração. Ocupando o posto mais alto entre os sedãs da Audi, não é para menos. Talvez fosse pelo estilo, o A8 foi retocado na Europa no ano passado. As mudanças lhe caíram bem e tiraram um pouco da sobriedade. 

Ele pode não ter vindo comigo, porém as passagens do A8 já estão compradas. O Audi desembarca até o terceiro trimestre deste ano. Até pouco tempo, falar no Brasil de um A8 equipado com algo além de um V8 seria impossível. É justamente o uso de um seis cilindros a grande novidade mecânica. Novidade em termos, já que o motor 3.0 V6 TFSI é velho conhecido do A6 e companhia. Está certo, não é exatamente algo que transformará o sedã em alguma coisa acessível, a Audi estima que o carro chegue com valor próximo a R$ 450 mil.

AUDI A8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

A cifra exorbitante seria suficiente para comprar uma casinha no bairro, com direito a troco. Mas se o A8 pode não servir como lar, ao menos daria um belo quarto de um hotel. São 5,14 metros de comprimento e 2,99 m de entre-eixos. É espaço suficiente para viajar e dormir com o mesmo conforto de classe executiva. Com o mesmo entretenimento, inclusive. Ficou entediado? A central multimídia, além de se conectar à internet e possibilitar que o motorista tenha acesso em tempo real às condições de trânsito, o aparelho tem DVD e sonoridade perfeita. Para completar os serviços de “hospitalidade”, o modelo conta com um pequeno refrigerador e uma espécie de mesa para refeições.

Com tanto requinte assim, o A8 seria um sério candidato a vir recheado de mimos desnecessários. Só que ele não apela para uma parafernália de botões que mais atrapalham do que facilitam a experiência. Nesse sentido, bola dentro da Audi, que apela para o minimalismo em qualquer carro.
AUDI A8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)

É um V6 que anda como V8. O A8 sabe agradar a chefia e fisga mesmo é por sua resposta nervosa. Afunde um pouco mais o pé direito e o 3.0 ganha fôlego imediatamente. O V6 é capaz de despejar 314 cv de potência, entregues entre 5.200 e 6.500 giros, e bons 44,8 kgfm de torque, entre 2.900 e 4.750 rpm. Com exceção das colunas B, todo modelo é construído com alumínio, garantindo o baixo peso de 1.830 kg.

A combinação faz com que, embalado pelo espertíssimo câmbio tiptronic de oito velocidades, o carro seja capaz de alcançar os 100 km/h em apenas 5,7 segundos, com máxima de 250 km/h, controlada eletronicamente. Eu pude curtir até os 200 km/h. Dia de Autobahn carregada, para nosso azar. Faltou saber como ele roda por aqui, até, quem sabe, conferir em um passeio no meu bairro. Fica o desafio. Estou aguardando ansiosamente meu próximo dia de patroa.
AUDI A8 (FOTO: DIVULGAÇÃO)


Carro (sedã) topo de linha da marca, o Passat CC, ganhará uma nova versão de entrada com motor 2.0 e preço bem mais em conta que o atual 3.6 de R$ 186.850. O CC "básico" custará R$ 146.990, isto é, R$ 39.860 a menos que o irmão mais potente.

Equipado com o quatro cilindros 2.0 TSI turbo e com injeção direta, o sedã entrega 211 cv a 5.300 rpm e 28,5 kgfm desde os 1.700 giros. São 89 cv a menos que o CC com V6 3.6 de 300 cv. O câmbio permanece o mesmo automático DSG de dupla embreagem e seis velocidades e oferece trocas manuais no câmbio ou por aletas atrás do volante.

Além da diferença de motor e potência, a configuração mais básica trocou a tração integral pela dianteira e passou a oferecer as luzes de LED diurnas, como item opcional. Diferente das saídas de escapamento em ambos os lados da carroceria oferecidos na versão 3.6, a 2.0 terá apenas uma saída dupla do lado esquerdo do carro.

No mais, o carro continua contando com direção com assistência elétrica e suspensão independente nas quatro rodas. Entre os itens de série, estão ar-condicionado de duas zonas, controle de velocidade de cruzeiro, comandos no volante - que é revestido em couro - e central multimídia com tela sensível ao toque e conectividade por Bluetooth.
INTERIOR DO VOLKSWAGEN CC (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Os bancos são revestidos em couro e tem sistema de aquecimento. Além disso, o do motorista é ajustável eletricamente. O CC 2.0 tem rodas de liga-leve de 18 polegadas, assistente de saída em subidas, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, controle eletrônico de estabilidade e seis bolsas de airbag. O cupê de quatro portas ainda pode ser equipado com opcionais como sistema de navegação, câmera de ré e sistema de abertura das portas e do porta-malas sem o uso de chaves.
VOLKSWAGEN CC (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Sabe aquelas pessoas que não se contentam apenas com a amizade, ou então acabam interpretando uma atitude amigável como um algo a mais? Muitos acabam se iludindo ou então sendo iludidos por essas supostas "amizades coloridas".Então... parece que nosso amigo "Teteu" acabou dando uma bola fora. Abaixo você verá uma das infinitas que existem no Facebook, onde a zuera nunca acaba! Confira: 
É amigão parece que não foi dessa vez...



Enquanto liquida as últimas unidades da linha 2014, a Chevrolet se prepara para trazer pequenas novidades, à série 2015 do Onix, seu líder de vendas. Uma delas será um novo volante multifuncional em couro, vendido em conjunto com o sistema multímia MyLink, conforme apurou Autoesporte. A central digital é item de série apenas na versão LTZ do hatch 1.4, a topo de linha, mas pode ser instalada como opcional desde a configuração 1.0 LT, por R$ 1.400.


Além do novo gadget, a linha 2015 passará por reajustes de preço, como de praxe. Hoje, o Onix 1.0 LT (versão intermediária) com pacote que inclui MyLink e ar-condicionado (R7I) é vendido por R$ 39.690. Ele deve subir para R$ 40.390 - R$ 700 a mais, por exemplo.

O Onix passa por um momento de alta volatilidade no ranking nacional. Ele fechou a primeira quinzena de abril como o carro mais vendido do Brasil. Mas quase duas semanas depois, caiu para a terceira posição, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Antes dele, estão Volkswagen Gol e Fiat Palio, respectivamente. Até agora, 12.080 unidades do Chevrolet foram emplacadas, contra 13.489 do líder nacional da Fiat.

Para aniquilar as últimas unidades disponíveis da linha 2014, a montadora tem concedido bons descontos. A edição especial Lollapalooza, por exemplo, foi encontrada por bônus de R$ 2.990. Já a variante 1.4 LTZ com câmbio manual tem desconto de R$ 4.590, oferecida por R$ 42.900.

Fiat iniciou as vendas do Uno Furgão, segundo a montadora, o novo Uno Furgão oferece uma lista de equipamentos mais ampla; as cores disponíveis são branco e prata.versão com apenas dois lugares e porta-malas estendido destinada ao transporte de carga. Equipado com motor 1.0 flex de 75 cv e 9,9 kgfm de torque (etanol) ou 1.4 também flex, de 88 cv de potência e torque de 12,5 kgfm (etanol), os preços dos modelos são R$ 32.190 e R$ 34.280, respectivamente.


De acordo com a Fiat, a capacidade de carga da nova versão do carro é de 400 quilos ou 1.000 litros é protegido por uma grade, além de vidros escurecidos.. Na carroceria, as únicas mudanças em relação ao Uno convencional estão no para-choque dianteiro e nos retrovisores (pretos) e nos vidros do vão de carga, que são escurecidos e contam com grade protetora. As opções de cor são branco ou prata e por ser um veículo destinado apenas ao movimento de cargas, ele dispõe apenas dos obrigatórios freios ABS e airbag duplo entre os itens de série. Ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas são opcionais.



Mais potência e um preço inferior Sonic Chega por por 269.900 pesos o equivalente a R$46.130 no Brasil, só que sem dúvidas um carro como esse seria em torno de R$10.000 a mais em território brasileiro. A versão traz motor turbo 1.4 com 138 CV de 20,5 Kgfm de torque máximo, tudo isso em um cambio manual de seis marchas.
 O Chevrolet Sonic RS também é vendido em mercados como Austrália e EUA.

Como diferenciais há rodas de liga leve aro 17″,Volante e bancos revestidos em couro com o simbolo RS, faróis com acendimento automático, faróis de neblina dianteiros, retrovisores na cor preta, faróis com máscara negra, teto solar elétrico e saídas de escapamento cromadas. Os itens de segurança são sete airbags, freios ABS/EBD com discos nas quatro rodas, Isofix, além dos controles de tração e estabilidade.
Confira as imagens do novo Sonic:
Sonic RS com Central Multimídia
Sonic RS com Volante multifuncional
Display em Led